A bienal europeia de arte contemporânea Manifesta 16 Ruhr abriu ontem ao público na Alemanha com a participação de artistas portugueses em projetos instalados em antigas igrejas e zonas industriais da região.

Sob o tema “This is not a church” (“Isto não é uma igreja”), a edição deste ano convida mais de 100 artistas de 30 países a ocupar 12 igrejas desconsagradas distribuídas por Duisburg, Essen, Gelsenkirchen e Bochum, propondo novas utilizações para espaços que perderam a sua função religiosa.

Entre os participantes portugueses encontram-se Pedro Cabrita Reis, Sara Bichão e o coletivo PELE, cujos projetos contam com o apoio da DGArtes.

Na cerimónia foi também anunciada oficialmente a escolha de Coimbra para acolher a Manifesta 17, em 2028.

A Manifesta 16 decorre até 4 de outubro.

https://manifesta16.org/

Fonte: Lusa

Liliana Teixeira Lopes