O festival internacional de artes performativas decorre de amanhã a 28 de novembro, em vários espaços de Lisboa.

“Dar corpo aos manifestos para construir o futuro” é o mote da edição deste ano do Alkantara, festival internacional de artes performativas, que volta a marcar a agenda cultural de Lisboa entre este sábado, dia 13, e 28 de novembro.

Os diretores artísticos Carla Nobre e David Cabecinha juntam, este ano, às artes performativas o ingrediente da proximidade, que ganha forma através de conversas com artistas, debates e aulas práticas.

Cinco salas vão acolher o Alkantara deste ano: CCB, Culturgest, São Luiz Teatro Municipal, Teatro do Bairro Alto e Teatro Nacional D. Maria II.

“História(s) do Teatro II” é o espetáculo inaugural do congolês Faustin Linyekula. É às 21h00 de sábado, na Culturgest.

Entre as estreias, o Alkantara conta, ainda, com “A Onda” (dia 19 de novembro, no São Luiz Teatro Municipal), a mais recente criação da coreógrafa franco-argelina Nacera Belaza, o projeto da artista finlandesa Sonya Lindfors sobre a negritude, “Cosmic Latte” (26, 27 e 28 de novembro, no Teatro do Bairro Alto), e “Cutlass Spring” (25 e 26 de novembro, no São Luiz Teatro Municipal), uma performance com assinatura da canadiana Dana Michel, num trabalho de “etnografia da compreensão sexual e uma arqueologia do desejo”.

O criador Ali Chahrour, que se apresenta pela primeira vez em Portugal, é outro dos nomes em destaque na edição deste ano, trazendo ao palco o espetáculo “Contado pela minha mãe”, um relato de família que tem como pano de fundo vários temas e acontecimentos relacionados com a sociedade libanesa, mergulhada atualmente uma grave crise política, económica e social. A obra é apresentada, também em estreia nacional, a 24 e 25 de novembro, no Teatro Nacional D. Maria II.

https://alkantara.pt/festival/

Fonte: Visão / Lusa / Observador

Liliana Teixeira Lopes