O festival Arte Pela Palestina regressa esta semana a Lisboa para a sua quinta edição, voltando a juntar arte, ativismo e solidariedade num programa multidisciplinar que decorre entre os dias 14 e 17 de maio. Ao longo de quatro dias, o evento ocupará espaços como a Casa do Comum, a Estrela da Bica e o Teatro do Bairro.

Sob o mote da “arte como forma de resistência”, a iniciativa apresenta uma programação extensa que inclui concertos, DJ sets, cinema, performances, exposições, workshops, gastronomia e conversas em torno da realidade palestiniana e das suas representações políticas, sociais e mediáticas.

A música volta a ocupar um lugar central no festival. O arranque, a 14 de maio, contará com atuações e DJ sets de Cravo, com uma sessão ambient, além de encontros em formato b2b entre Vélez e Cin, assim como Miguel Limão e Serpente Florescente. O dia inclui ainda mini-concertos de Ahmad Alhusri, António Ruival, Miguel Mira e Carlos Santos.

No dia 15, sobem ao palco Éme e Moxila, bem como um trio de improvisação livre. A programação noturna inclui ainda DJ sets de Anda b2b Neapo, Nick Craddock b2b Rita Maomenos e Miguel Torga.

A 16 de maio, o festival continua com concertos de Catarina Nascimento, Nico Espinoza, entre outros. Na cabine vão estar, aalice b2b Brusca, yajiyuso e Inês Lamim b2b John-e.

O encerramento, no dia 17, contará com concertos de Senhor Prateado e Miss Universo, além de DJ sets de Ocaso, sessões ambient de Enkō e um b2b entre Shcuro e Maria Amor.

Para além da música, o evento inclui também atividades paralelas como o workshop de cozinha palestiniana conduzido por Manar Aali , conversas sobre media e desinformação e exibições de filmes como Palestine 36.

A entrada no Arte Pela Palestina é gratuita, embora a organização incentive contributos voluntários. Os donativos revertem para associações e iniciativas de apoio à Palestina.

Mariana Cruz