Começa amanhã, decorre até ao final de outubro e homenageia não um, mas 26 artistas.

A Bienal Internacional de Gravura do Douro arranca amanhã, na Régua, estende-se até outubro, homenageia 26 artistas e inclui 15 exposições distribuídas por seis municípios, com 800 obras de 500 autores.

A Bienal do Douro nasceu em 2001 com a ambição de descentralizar a cultura e promover a arte da gravura.

O curador da Bienal do Douro, Nuno Canelas disse, em declarações à agência Lusa, que a iniciativa vai estar “nos principais espaços de cultura” do Douro e Trás-os-Montes, como o Museu do Côa, o Espaço Miguel Torga, o Museu da Região Flaviense e o Museu do Douro (Peso da Régua) onde se dá, na quinta-feira, o arranque oficial à 11ª edição. A Bienal termina a 31 de outubro.

Segundo a organização, os artistas em destaque em 2023 são, entre outros, Vieira da Silva, Nadir Afonso, Gil Teixeira Lopes, Paula Rego, Antoni Tàpies, Bartolomeu dos Santos, Júlio Pomar, José de Guimarães, Silvestre Pestana, José Rodrigues, Ângelo de Sousa, Júlio Resende, Graça Morais, Cruzeiro Seixas, Fernando Lanhas e Lima de Freitas.

https://www.bienaldouro.com/

Fonte: Lusa

Liliana Teixeira Lopes