A extensão do Doclisboa 2025 regressa a Macau entre 5 e 19 de novembro com a apresentação de dez documentários, incluindo obras dos vencedores do festival de curtas local, anunciou o IPOR – Instituto Português do Oriente.
“Ao integrar na programação os filmes apresentados nas competições de 2025 do DocLisboa e do Festival Internacional de Curtas de Macau, o IPOR enriquece a oferta cultural da cidade, cruzando obras marcantes do documentário contemporâneo do Ocidente e do Oriente e reafirmando a identidade cultural de Macau”, lê-se numa mensagem da diretora do Instituto, Patrícia Quaresma, no programa agora divulgado.
A abertura do festival, a 5 de novembro, vai ser dedicada a três obras distinguidas no Festival Internacional de Curtas de Macau.
“Voo Nupcial”, de Chan Chon Sin, “O Desenvolvimento de Macau”, de Zhang Linliang, “Na Órbita Sem Ti”, Leong Hou Wang, e “Maneiras”, de António Sanmarful, sobre “a notável história inerente a três edifícios emblemáticos desenhados” em Macau pelo arquiteto José Maneiras (1935-2025), fazem parte da programação para o primeiro dia da iniciativa.
A programação inclui ainda “Explode São Paulo, Gil”, da realizadora brasileira Maria Clara Escobar, “As Estações”, da luso-francesa Maureen Fazendeiro, “As brigadas revolucionárias na luta contra a ditadura”, de Luiz Gobern Lopes, “O Riso e a Faca”, de Pedro Pinho, “Bulanka”, de Leonor Noivo, e ainda a obra do franco-americano Eugène Green “A Árvore do Conhecimento”, lê-se no portal do IPOR – Instituto Português do Oriente.
https://ipor.mo/eventos/doclisboa25-extensao-a-macau/
Fonte: Lusa / Doclisboa
Liliana Teixeira Lopes

