O filme “Ariel”, do realizador espanhol Lois Patiño, inspirado numa obra de William Shakespeare e rodado nos Açores, estreia-se hoje nos cinemas portugueses.
“Ariel”, que teve estreia mundial em 2025 no Festival de Cinema de Roterdão, nos Países Baixos, é uma coprodução entre Espanha e Portugal, com a Bando à Parte, e foi rodado nas ilhas do Faial e do Pico.
Em “Ariel” há uma atriz argentina que chega aos Açores para atuar na peça “A Tempestade”, do dramaturgo inglês, juntamente com a companhia galega Voadora.
“Mas, ao chegar à ilha, após um estranho acontecimento no ferry em que viajava, começa a observar comportamentos singulares nos habitantes. O aparecimento de uma menina, Ariel, vai guiá-la por aquele lugar estranho, onde o real e o imaginário, o onírico e o espectral, parecem fundir-se num espaço ambíguo”, lê-se na sinopse.
Também estreia “O Fim de Oak Street”, um filme de ficção científica, assinado na realização por David Robert Mitchell.
Aqui, depois de um misterioso evento cósmico arrancar Oak Street e transportar o bairro para um lugar desconhecido, a família Platt rapidamente descobre que a sua sobrevivência depende de se manterem unidos enquanto navegam pelos arredores agora irreconhecíveis.
“O Fim de Oak Street” conta nos papeis principais com Anne Hathaway e Ewan McGregor.
Já no streaming está, desde a semana passada, “A Última Casa”, na Netflix.
O objetivo do filme é desafiar a ideia de um refúgio seguro, transformando a casa de uma família num ambiente hostil, onde sobreviver exige, sem qualquer dúvida, a união.
Protagonizado por Wagner Moura e Greta Lee, “A Última Casa” é o novo e inquietante thriller de ficção científica da plataforma de streaming, que já alcançou o segundo lugar do top das produções mais vistas.
A realização é de Louis Leterrier.
Liliana Teixeira Lopes

