O festival reafirma a sua  posição como um dos mais relevantes eventos europeus dedicados à música eletrónica exploratória, arte digital e cruzamentos entre som, tecnologia e criação contemporânea. 

O programa estende-se por vários espaços emblemáticos da cidade, incluindo o Theatro Circo, gnration, Basílica dos Congregados, Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Muzeu e Universidade do Minho.

A programação reúne um conjunto internacional de artistas e criadores que apresentam concertos audiovisuais e estreias mundiais. 

O festival acolhe ainda novas criações de João Carlos Pinto, Nuno Canavarro & Bruno Miguel Pinto, Ricardo Jacinto e Marta Salogni.

O Semibreve 2026 mantém a aposta na apresentação de obras inéditas e experiências imersivas. 

Para além da música, o festival apresenta uma programação paralela que inclui instalações, cinema, conversas e masterclasses. 

A abertura do festival reserva ainda uma surpresa ao público, com uma performance secreta marcada para a noite de 22 de outubro na Basílica dos Congregados, cuja identidade apenas será revelada no momento da apresentação.

Organizado pela associação AUAUFEIOMAU desde 2011, o Semibreve continua a afirmar Braga como um dos principais centros europeus para a experimentação sonora e audiovisual, reunindo artistas, investigadores e público em torno das novas linguagens da música e da arte digital.

Mariana Cruz